sábado, 13 de junho de 2009

Dharma e Neuromarketing: Relações Sustentáveis

Encantar o cliente é e sempre foi a meta de todo profissional, especialmente o de marketing. Diversos recursos para que esta finalidade fosse alcançada foram utilizados. Pesquisa de mercado, estudo do produto, distribuição, promoção e preço foram os pontos de partida para instalar a marca na mente do consumidor e mantê-lo ativo por tempo indeterminado.
Atualmente muito mais do que encantá-lo, é necessário emocionar o consumidor. Devido às mudanças que ocorrem dia após dia, desde a tecnologia até a exigência do capitalismo, as organizações trabalham com o intuito de gerar emoção e sentimento na vida do cliente, enquanto consumidor da marca e produto. Para que este objetivo seja evidenciado e medido quantitativa e qualitativamente, os profissionais buscam novos recursos, entre eles o Dharma e o Neuromarketing.
Guiar a mente é o estilo de vida proposto pelo Budismo, e a isto chamam de Dharma. O principal objetivo do marketing é alcançar a mente do cliente. Para tanto, o Dharma auxilia o Marketing utilizando as emoções: recurso que gera um relacionamento sustentável entre quem compra e quem vende. Poucas empresas utilizam esta solução, dificilmente entendem que o marketing é muito mais do que uma guerrilha, é uma busca pelas percepções.
Diante da intensa oferta de produtos e serviços, o mercado consumidor facilmente troca de marca, não há mais fidelidade de produto e a maioria não compreende a necessidade de manter um cliente fiel. Sabe-se que é muito mais caro buscar um cliente potencial do que cultivar cinco clientes reais. Sendo assim, é possível gerar um conflito psicológico antes mesmo de um indivíduo perceber uma necessidade. É neste ponto que o profissional deve trabalhar o Dharma: criar inconscientemente uma necessidade ainda não identificada, sem expectativas.
O Dharma trabalha com cinco dimensões: holística que oferece uma gestão espiritualizada das relações; transparência associando-o a competência; proximidade (conhecer-se para entender o próximo); espírito de missão, ou seja, instituir os valores profundamente; e confiança que gere um relacionamento coerente e calma mental. O mercado está mais propenso aos sentimentos e emoções, combinados com uma gestão sustentável. A mentalidade está evoluindo de acordo com as mudanças que ocorrem. A preocupação por um mundo melhor deve ser uma das metas de toda organização.
Em outro extremo, os profissionais têm como recurso o Neuromarketing. Diferente do Dharma que é provocado por situações subjetivas à utilização de uma marca e produto; o Neuromarketing utiliza recursos mecânicos para estudar a mente do consumidor.
É possível monitorar as emoções e sentimentos instigados durante uma experiência de compra ou diante de uma mensagem publicitária, por meio de aparelhos de ressonância magnética. Percebe-se que tanto o dharma quanto o neuromarketing têm o mesmo objetivo, diferem no modo como atingem a mente do consumidor. Acredita-se que juntos efetivam os resultados, possibilitam a utilização das mensagens certas. De modo correto os profissionais de marketing abordam a mente do consumidor de maneira natural e sustentável. Criam embalagens, produtos, cores, mensagens, serviços que efetivamente façam parte da vida do cliente e o emocionem.
No entanto, é necessário atenção às limitações. A barreira está justamente nas percepções, emoções pessoais e sócio-culturais inerentes a qualquer população. Por isso, uma pesquisa de marketing e mercado é fundamental para que as organizações não percam clientes e não gerem descrédito no seu público-alvo. Ainda não há estudos que comprovem a efetividade destes dois recursos, entretanto em pouco tempo os profissionais irão perceber a importância do gerenciamento das emoções e sentimentos, seja qual for o recurso utilizado, desde que a ética seja a palavra chave.
Fonte de pesquisa: Mundo do Marketing.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Com açúcar ou amargo?

Durante os meus cinco anos de faculdade aprendi muito sobre Relacionamento com o cliente, atualmente trabalho diretamente com o público por diversos meios. Todos os dias gerencio uma maneira de lidar com cada um, pois são perfis e necessidades distintas, mesmo quando todos compram um único produto. No entanto, muito mais do que cumprir a ordem de compra, o cliente precisa de atenção, seja um acompanhamento de estoque ou um “tenha um ótimo dia”, logo depois do Atenciosamente.

O objetivo principal de toda organização é o lucro – o faturamento líquido no final de cada mês. Muitos gestores esquecem que o cliente é a causa do resultado positivo e deixam de lado a cordialidade, perturbando-o semana após semana querendo fechar pedido. Logo, conhecê-lo e saber as suas necessidades desde o primeiro contato e durante a relação é primordial: os prazos, as principais datas de compra, os gostos, os produtos que costuma adquirir, os benefícios potenciais que desejaria ver em um determinado produto; nesta relação os detalhes fazem a diferença. Não é entupir o tempo do cliente com pesquisas e perguntas tendenciosas, mas observar as suas decisões de compra para encantá-lo com ações futuras. Não é empurrar um produto qualquer baseado nos objetivos da empresa; é procurar saber se aquele produto servirá para aquele ou aquele consumidor.

Muito se fala em Relacionamento e nos gerenciadores da relação - como o CRM, e cada vez mais os profissionais da área discutirão o assunto, bolando estratégias para convencer o cliente de que o produto que vende é melhor que o da concorrência, levando em consideração os detalhes. Sabe-se que o mercado consumidor está em constante transformação, principalmente em relação aos seus desejos de consumo, detém informações que no passado não eram possíveis e conhece melhor os seus direitos.

Não precisa amar o cliente, mas sirva um café vez em quando e pergunte: Com açúcar ou amargo?!

 

Por enquanto eu vou gerenciando da forma que posso, mesmo porque não tenho contato pessoal com os meus clientes e vendo um único produto; mas sinto que um simples telefonema ou e-mail com a intenção de saber se está tudo bem basta para ganhar pontos extras.

Indicação de artigo sobre o assunto:
A difícil arte de se relacionar - Por Cláudia Nassif no Mundo do Marketing.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Regulamentação da profissão de Marketing

Parecer do Relator tira do projeto a criação de Conselho de Marketing
Por Bruno Mello
O projeto de lei que propõe a regulamentação da profissão de Marketing sofreu mudanças. O relator do PL 1226/07, Deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), alterou o projeto para que não haja reserva de mercado, medida essencial para que a proposta seja aprovada de acordo com as novas regras da Câmara.
A principal alteração não propõe a criação do Conselho Federal e de Conselhos Regionais, conforme está sugerido no projeto 1944/07, de autoria do Felipe Bornier (PHS/RJ) e que corre em conjunto com o PL 1226/07, apresentado pelo Deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO).
O substitutivo proposto nesta segunda-feira terá um prazo de cinco sessões ordinárias a partir de hoje para sofrer emendas. Esgotado este tempo, a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público deve fazer uma votação pela aprovação e encaminhar à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania para apreciação da constitucionalidade, da juridicidade e da técnica legislativa.
O projeto aguardava pela alteração desde maio deste ano. Esperava-se que o novo texto fosse finalizado até julho e logo em seguida entrasse em votação. Como isso não aconteceu, o PL teve que aguardar o fim do recesso dos parlamentares e o relator, Deputado Filipe Pereira, voltar da disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro.
A regulamentação da profissão de Marketing vem sendo discutida desde 2005, quando o então Deputado Eduardo Paes, Prefeito eleito do Rio, propôs o primeiro projeto, retomado pelo deputado Eduardo Gomes dois anos depois. Um novo projeto de lei foi apresentado pelo Deputado Felipe Bornier (PHS/RJ) em 2007. As propostas estabelecem quem é o profissional de Marketing, as suas atribuições, as condições para o exercício da profissão, suas responsabilidades técnicas e denominações próprias da profissão.
Mundo do Marketing: Publicado em 4/12/2008

Resenha
O mercado cresce com a necessidade de compartilhar idéias, inovações, vantagens competitivas, entre os profissionais que atuam em determinadas organizações e segmentos de produtos e serviços. O mundo muda, e a cada mudança um choque cultural e social, uma dificuldade em aceitar o que é novo. Ainda, em um mundo globalizado, em que Thomas Friedman afirma que “O Mundo é Plano”, os indivíduos resistem em mudar atitudes e comportamentos diante da burocracia que impede o crescimento. O governo ainda cria mais empecilhos.
Desde 2005 deputados tentam aprovar o Projeto de Lei que regulamenta o exercício dos Profissionais de Marketing. Até o momento, nenhuma novidade que agrade a área que, atualmente, é “informal”. Mesmo que um título não influencie na capacitação e no profissionalismo de um indivíduo, para um recém-formado isso pode ser um motivo para seguir outras estradas. A regulamentação ou não da profissão Marketing não é antídoto para eleger um bom profissional da área. Porém, compreende uma gama de dúvidas na mente daquele que está penetrando o mundo dos mercados em uma superfície tão plana.
Depois reclamam da informalidade que cresce paralelamente ao aumento do PIB.
_____ Este é o nosso Brasil!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Economia na ponta da língua

...AH, assim é fácil!



Desde a ExpoVendaMais adquiri uma certa simpatia pela Economia. Apesar de ser graduada em Administração, tive duas ou três cadeiras de Economia, porém o conjunto didático não me chamou a atenção para a importância da Economia.
No entanto, a ExpoVendaMais despertou um certo interesse em minha pessoa depois da palestra da Fátima Toledo. Confesso que entendi muito pouco de tudo que ela falou, justamente por falta de conhecimento. Foi lá que eu achei este livro, o qual não sai mais da minha bolsa. Prático e objetivo, o Ph.D. Judas Tadeu conseguiu desmistificar a Economia em termos e exemplos do nosso dia a dia.
Todos os dias pesquiso as principais notícias que envolvem a Economia e dia após dia aprendo um pouco mais.

Recomendo!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ócio anti-Criativo.

Menos de dois meses formada, mente fresca de informações e o ócio nada criativo toma conta dos meus pensamentos. Preciso exercitar a mente, escrever e transfundir informações...

Enquanto isso...

ExpoVendaMais 2008, dias 07, 08 e 09 de Outubro. Curitiba - PR.
Muitas informações, milhares de conhecimentos e seu networking atado em grandes árvores.

Não perca!

Sucesso.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Pensamento Sistemático

O mercado é,
sem sobra de dúvida,
uma mistura frenética de outros mercados de consumidores, de fornecedores, produtores, distribuidores e, diversos outros meios nos quais todos nós, pessoas físicas ou jurídicas, necessitam interagir entre si. A isso chamo de
pensamento sistemático!
Vivemos em um sistema, confuso sim, mas um sistema que possibilita entrada, saídas, transformações e feedback, olhar para trás muitas vezes é sinônimo de maior receita líquida. Basta um erro e é necessário re-iniciar e re-criar.
Não deixar um cliente satisfeito é motivo para perder outros dez. Se tiver que recriar dez vezes, recria-se... Perde-se tempo, investimento, mas perde-se ainda mais quando as funções não são exatas, concluir um trabalho com a expectativa de sucesso já é meio caminho andado. Utilizar das ciências humanas para entender o mercado, é o cheque-mate.
E o mercado
é uma loucura. E muda constantemente, ficar atento é o dever
de toda organização que prima pelo reconhecimento!

Velhas e úteis coleções

Eis que termino a tão sonhada graduação. Guardo velhos escritos enquanto transformava minhas noites em insônias para terminar o bendito Trabalho de Conclusão de Curso.
Cá estou, cheia de idéias em uma cabeça formada e transformada, também, em dúvidas, as quais dizem: isso é normal, todo recém-formado fica um pouco sem rumo. Diante disto, coloco idéias em ordem e, então, inicio a busca pelo retorno.
Para iniciar, faço o que mais gosto: escrever e, consequentemente, publicar. Não obstante à normalidade, o ser humano precisa se comunicar!
Faço deste blog, muito mais que atualizações de autoria, mas está aberto para outras idéias. Fique à vontade, a casa é sua: é nossa.